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Espaço de AristotelesJune 29 MICHAEL JACKSONMichael Jackson 29/08/1958 - 25/06/2009
Michael Joseph Jackson, (29 de agosto de 1958 - 25 de junho de 2009) (Gary, Indiana - EUA), mais conhecido como Michael Jackson se tornou o maior artista de todos os tempos, pelo Guinness Book. O cantor já vendeu mais de 750 milhões de álbuns no mundo todo emplacando sucessos desde pequeno. Considerado o Rei do Pop, também foi tido como “o maior revolucionador do videoclipe e da dança”.
Obs.: Um novo álbum ainda é esperado pelos fãs para o ano de 2009. Muitas polêmicas giraram em torno de sua vida pessoal. A infância de Jackson foi marcada pelas agressões que ele e seus irmãos recebiam do seu pai Joseph Jackson, mas tarde Michael também passou por problemas de aparência. Em 2003 Michael foi acusado novamente pelo mesmo motivo, e, apesar de ter sido muito criticado pela mídia, que criava boatos toda semana, o cantor foi ao julgamento sendo inocentado da acusação. Apesar da absolvição, a imagem do cantor ficou ainda mais suja.
March 22 Dia Mundial da ÁguaDeclaração Universal dos Direitos da Água
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos da Água, ela é seiva do nosso planeta e condição essencial da vida na terra. Confira os artigos: Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos. Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem. Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia. Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam. Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras. Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo. Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis. Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado. Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social. Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
February 25 Quem quer ser um milionário?
'Quem Quer Ser um Milionário?' é o grande vencedor do Oscar
Quem Quer ser um Milionário (Slumdog Millionaire) só estreia no Brasil em março. Este longa conta a história de um jovem indiano, Jamal Malik. Muçulmano, órfão, 18 anos, proveniente de uma favela, e menino de rua, ele aparece na versão indiana de um programa famoso no mundo inteiro chamado Quem quer ser um milionário (a versão brasileira teve o nome de Show do Milhão e era transmitido pelo canal SBT). Apesar de não ter educação formal alguma, o rapaz está prestes a responder à última pergunta do programa, o qual pode fazer com que ele ganhe o prêmio máximo. Mas, suspeitas de que Jamal estaria trapaceando levam o jovem a revelar a forma honesta com que ele respondeu às perguntas até o momento. E então, flashbacks de sua vida vão aparecendo, numa colcha de retalhos que, não fosse o roteiro bem desenhado de Simon Beaufoy e da excelente direção, poderia deixá-lo perdido e enfastiado. Mas, não! Em bons filmes, cada frase tem sua razão de ser, cada cena tem sua importância e é assim que esse filme se desenrola, e o espectador ainda sai se sentindo bem no final! Sei que histórias de pobreza e violência têm sido uma constante no cinema brasileiro, principalmente depois do sucesso de Cidade de Deus. E Quem Quer ser um Milionário pode fazer com que você sinta que realmente está assistindo a um filme brasileiro no começo, mas não desista! Há um otimismo realista no ar, que transmite a sensação de que o ser humano pode sim ser bom, apesar de todas as circunstâncias negativas de sua vida. E que podemos tirar lições até mesmo dos momentos mais trágicos que passamos. E o encanto se espalha. E a mágica do cinema acontece
February 06 Mata AtlânticaMoradores da mataCerca de 120 milhões de pessoas moram na área de domínio da Mata Atlântica. A diversidade cultural existente é enorme. É uma população onde se misturam as várias descendências das imigrações e as populações indígenas e tradicionais.
Grande parte da população brasileira vive na Mata Atlântica, pois foi na faixa de abrangência original desse bioma – 15% do território brasileiro – que se formaram os primeiros aglomerados urbanos, os pólos industriais e as principais metrópoles. São aproximadamente 120 milhões de pessoas (70% do total) que moram, trabalham e se divertem em lugares antes totalmente cobertos com a vegetação da Mata Atlântica.
Embora a relação não seja mais tão evidente, pela falta de contato com a floresta no dia-a-dia, essas pessoas ainda dependem dos remanescentes florestais para preservação dos mananciais e das nascentes que os abastecem de água, e para a regulação do clima regional, entre muitas outras coisas. A Mata Atlântica também abriga grande diversidade cultural, constituída por povos indígenas, como os Guaranis, e culturas tradicionais não-indígenas como o caiçara, o quilombola, o roceiro e o caboclo ribeirinho. Apesar do grande patrimônio cultural, o processo de desenvolvimento desenfreado fez com que essas populações ficassem de certa forma marginalizadas e muitas vezes fossem expulsas de seus territórios originais. Essas populações tradicionais têm relação profunda com o ambiente em que vivem, porque dele são extremamente dependentes. Vivem da pesca artesanal, da agricultura de subsistência, do artesanato e do extrativismo, como a coleta de caranguejos no mangue, ostras no mar e o corte do palmito na floresta. Seu modo de vida, apesar de eventuais práticas que agridem o ambiente, define-se por seu trabalho autônomo, por sua relação com a natureza e pelo conhecimento que conservam através da tradição. Conheça um pouco de algumas dessas populações: Os índios - Quando os portugueses chegaram ao Brasil, em 1500, havia cerca de 5 milhões de índios por aqui. Embora não haja um censo indígena, estima-se que a população de origem nativa e com identidades específicas definidas some cerca de 400.000 indivíduos no País, vivendo em terras indígenas ou em núcleos urbanos próximos. Isso significa 0,2% da população brasileira. As tribos que habitavam o litoral (Tamoios, Temininós, Tupiniquins, Caetés, Tabajaras, Potiguares, Pataxós e Guaranis) foram as primeiras a sofrerem com a chegada dos colonizadores. Os brancos, além de espalhar doenças, usaram os índios como soldados nas guerras contra os invasores e como escravos. Muitas etnias foram extintas e as que sobreviveram sofrem as pressões da civilização. Atualmente, na área de Domínio da Mata Atlântica, segundo levantamento do Instituto Socioambiental (ISA), existem 133 terras indígenas, das quais 16 ainda estão em processo de identificação. As demais 117 ocupam 1 milhão de hectares, porém mais da metade dessa área (539 mil hectares) pertence à Terra Indígena Kadiwéu, nos municípios de Porto Murtinho e Corumbá, no Mato Grosso do Sul. As demais são áreas muito pequenas, a maior parte com menos de 2 mil hectares, geralmente insuficientes para garantir a sobrevivência ou a manutenção do estilo de vida tradicional indígena. São 27 terras no Mato Grosso do Sul, 22 no Rio Grande do Sul, 19 em Santa Catarina, 18 no Paraná, 14 em São Paulo, 13 na Bahia, seis em Minas Gerais, quatro em Alagoas e no Espírito Santo, e três na Paraíba e no Rio de Janeiro. Os caiçaras - O caiçara, que na língua tupi quer dizer “armadilha de galhos”, é a herança deixada pelo contato entre o colono e o índio. Mestiços de índios e portugueses, vivem entre o mar e a floresta, sobrevivendo da pesca, do plantio da mandioca e do extrativismo. Assim como as florestas e os índios que foram sumindo, a população caiçara também está perdendo sua identidade e sua cultura, principalmente pela exploração do turismo e da especulação imobiliária. Os quilombolas - São comunidades rurais negras, muitas delas formadas por descendentes de escravos remanescentes dos antigos quilombos (fundados por escravos fugidos) e que preservam a cultura negra tradicional. Como exemplos da resistência dessa cultura na Mata Atlântica, pode-se citar as comunidades do Vale do Ribeira, em São Paulo. Descendentes de escravos desgarrados de velhas fazendas do século XVIII, os quilombolas têm hoje direito legal à terra que ocupam, graças à Constituição de 1988. No Vale do Ribeira, são cerca de 50 comunidades como as de Ivaporunduva, Praia Grande, Nhunguara e São Pedro, mas apenas 13 são oficialmente reconhecidas pela Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp). Outras estão em processo de identificação. Um exemplo vivo dessa história é a capela de Ivaporunduva, construída em 1779, onde ainda é celebrada a missa afro-católica. Nos últimos anos, as populações tradicionais têm desempenhado um novo papel no cenário sócio-político, sobretudo na área de conservação ambiental, em virtude do grande conhecimento acumulado sobre a biodiversidade, das práticas de manejo e também dos movimentos de defesa de seus modos de vida. Atualmente cresce o número de projetos de desenvolvimento sustentável executados por essas comunidades, muitos deles em unidades de conservação de uso sustentável como as Reservas Extrativistas, Áreas de Proteção Ambiental e Áreas de Relevante Interesse Ecológico.
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